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17.07.18

O CURRÍCULO PERFEITO

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O currículo perfeito não tem erros ortográficos, não tem fotografias desadequadas, não tem informação a mais e também não tem informação a menos.

Currículo perfeito: 5 dicas para conquistar recrutadores

Saiba como destacar-se!

 

O currículo não pode ser só uma lista de competências e atividades. Para ser  um currículo perfeito e destacar-se pela positiva aos olhos do recrutador, o currículo deve funcionar como uma ferramenta de marketing pessoal e mostrar a história do candidato, experiências profissionais e conhecimentos adquiridos ao longo da carreira do profissional.

Saiba o que é preciso para conquistar com o seu currículo os recrutadores!

5 DICAS PARA UM CURRÍCULO PERFEITO QUE PRENDA O RECRUTADOR

APARÊNCIA

Tenha atenção à formatação e como dispõe as informações no seu currículo. Não exagere no texto, nem exagere no espaçamento quando o texto é curto. Muitas ilustrações ou tabelas podem tornar o seu currículo confuso e pouco apelativo visualmente. Cuidado com os erros de ortografia!

OBJETIVO

Se está a responder a um anúncio de emprego, o mais natural é que identifique a razão da candidatura e que é o candidato ideal para o lugar. As empresas gostam de profissionais que conheçam o seu potencial e sabem o que querem e os recrutadores têm pouco tempo para analisar um currículo, vão dar preferência aos currículos que “vão direto” ao assunto.

ATUALIZAÇÃO

Mantenha sempre o seu CV atualizado. Ter este cuidado não é apenas útil para quem procura emprego, pode também ajudar a subir alguns degraus na carreira. E se, a qualquer momento, alguém lhe pedir o currículo para uma nova posição na empresa, já está pronto a entregar.

RESULTADOS

Mencione os resultados obtidos nas suas experiências profissionais, não precisa de o fazer com todas. Selecione uma ou duas, demonstre em números e de forma sucinta como contribuiu para o sucesso dessas empresas. Esta é uma maneira de reforçar a credibilidade do seu perfil profissional.

CRESCIMENTO PROFISSIONAL

Destaque apenas a formação, sejam cursos, palestras ou workshops que se enquadrem na sua área profissional de interesse. Descreva resumidamente as suas funções e atribuições. Não se perca em rodeios ou repetições, escreva de forma simples e direta para não “cansar” o recrutador.

Veja também:

 

26.06.18

OS 15 PAÍSES MAIS RICOS DO MUNDO EM 2018

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O Fundo Monetário Internacional (FMI) divulga, duas vezes por ano, dados sobre o poder económico das nações mundiais. Em abril, foi lançado um ranking que possibilita ficar a saber quais os países mais ricos do mundo. As nações mundiais foram classificadas de acordo com o seu Produto Interno Bruto (PIB) per capita e em paridades do poder de compra.

Segundo os dados do FMI, o tamanho nem sempre significa riqueza quando se fala de países mais ricos do mundo. Isto acontece porque, para a realização desta lista, é analisado o custo de vida relativo e as taxas de inflação dos países para comparar os padrões de vida entre as diferentes nações.

Os pequenos países que encabeçam o Top 15, têm populações pequenas quando comparados com os países que lideram o mundo apenas tendo por base o PIB per capita, como é o caso dos Estados Unidos, China ou Alemanha. De referir que a maioria destes países pequenos depende de mão-de-obra estrangeira – que, normalmente, não reside no país ou não é considerado residente e, portanto, não são contabilizados nos cálculos do PIB per capita.

Continue a ler e conheça os países que ocupam os 15 lugares cimeiros do ranking dos países mais ricos do mundo, considerando as economias mundiais com o PIB per capita acima de 55 mil dólares por ano, apresentado pelo FMI.

OS 15 PAÍSES MAIS RICOS DO MUNDO EM 2018


qatarQatar encabeça a lista dos países mais ricos do mundo, segundo dados do FMI. Fonte da imagem: Pixabay/HansenHimself

  1. Qatar – 128.702,8 USD
  2. Macau – 122.489,8 USD
  3. Luxemburgo – 110.870,2 USD
  4. Singapura  – 980.14,4 USD
  5. Irlanda – 799.24,7 USD
  6. Brunei – 797.26,3 USD
  7. Noruega – 740.650,0 USD
  8. Emirados Árabes Unidos – 686.62,4 USD
  9. Kuwait – 666.73,0 USD
  10. Hong Kong – 645.33,4 USD
  11. Suíça – 633.79,6 USD
  12. Estados Unidos da América – 621.52,1 USD
  13. San Marino – 611.69,2 USD
  14. Holanda – 564.35,6 USD
  15. Arábia Saudita – 558.59,3 USD

A riqueza de um país, como vimos, é composta por diversos fatores. A cultura, a gastronomia, a língua, a arquitetura, entre tantos outros componentes, acabam por ser fruto de uma linguagem própria que faz dos países lugares únicos, quando comparados entre si.

No entanto, quando chega a altura de avaliar a riqueza de um país, é preciso analisar friamente o PIB – Produto Interno Bruto. A partir deste valor, que espelha o que cada país tem capacidade de produzir, é que se pode avaliar qual a verdadeira riqueza de um país. De acordo com este indicador, foram estes os 10 eleitos como países mais ricos do mundo em 2018.

Na lista do FMI, entre os vários países e de acordo com o respetivo poder económico, Portugal surge em 47.º lugar. Quer saber mais pormenores? Consulte o relatório completo e saiba mais sobre os países mais ricos do mundo aqui.

OS 11 PAÍSES MAIS RICOS DO MUNDO EM 2017


11. Suíça
10. San Marino
9. Emirados Árabes Unidos
8. Noruega
7. Irlanda
6. Kuwait
5. Brunei
4. Singapura
3. Macau
2. Luxemburgo
1. Qatar

OS 10 PAÍSES MAIS RICOS DO MUNDO EM 2016


10. Suíça
9. Estados Unidos da América
8. Hong Kong
7. Emirados Árabes Unidos
6. Noruega
5. Kuwait
4. Brunei
3. Singapura
2. Luxemburgo
1. Qatar

 

Veja também:

22.06.18

CURSO DE INGLÊS ONLINE GRÁTIS!

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Curso de leitura: aprendendo a ler em inglês

 

Curso de compreensão oral: aprendendo a entender o inglês falado

 

O método da compreensão oral e leitura [super novidade!]

 

 

Aprendendo inglês através de collocations

Desafio dos idiomas

 

Curso de gramática básica

 

Curso de gramática intermediária

 

Curso de idioms (expressões idiomáticas)

 

Curso de phrasal verbs

18.05.18

ENFERMEIRO PORTUGUÊS GANHA O PRÉMIO DE EMPREGADO DO MÊS DO PORTSMOUTH HOSPITAL TRUST

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Ricardo André, antigo aluno do Instituto Politécnico de Bragança, da Escola Superior de Saúde, recebeu no passado mês de fevereiro um Certificado de Alta Recomendação (Highly Commended Certificate) pelo excelente cuidado prestado na Unidade de Fratura da Anca no Queen Alexandra Hospital. 

 

 

Ricardo André, antigo aluno do curso de licenciatura em Enfermagem, a trabalhar no Queen Alexandra Hospital em Portsmouth, foi o empregado do mês de fevereiro 2018. 

No passado dia 30 de abril foi surpreendido com a Entrega do prémio “Empregado do mês”, pela direção do hospital, tendo sido considerado para Empregado do Ano, prémio atribuído em novembro pela Best People Awards.

A cada mês, um painel de seleção, representante da equipe da PHT, seleciona um funcionário do mês. O vencedor será presenteado com um prêmio de reconhecimento e um certificado. Igual consideração é dada ao pessoal que trabalha nos bastidores, tanto em funções de apoio como em papéis não clínicos e para aqueles que trabalham na linha de frente.

Cada Funcionário do mês será considerado para o Prémio de Funcionário do Ano da PHT, para ser apresentado no evento anual do Best People Awards. O prémio de Employee of the Month é uma nomeação de pacientes, familiares ou colegas a um trabalhador do PHT, que providencie excelente cuidado, que tenha feito algo de extraordinário e que demonstre os valores da Trust, do NHS e do NMC.

15.05.18

APRENDA FRANCÊS COM NOSSA GRAMÁTICA GRÁTIS ONLINE

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04.05.18

3 RESOLUÇÕES OBRIGATÓRIAS PARA ESTUDAR NO UK

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3 resoluções obrigatórias para estudar no UK

 

Porque já sabemos que a maioria das resoluções para 2018 estão a entrar em esquecimento, queremos partilhar uma que pode realmente fazer a diferença no futuro profissional de um estudante que deseja entrar para a universidade.

Se tens paixão por aprender, acreditas em relações para a vida, e a realização profissional é maior do que o tamanho da casa dos teus pais, porque não estudar no Reino Unido? Só te falta um empurrão não é?

comunidade OK Estudante vê como uma verdadeira missão poder colocar-te na universidade e no curso que mais desejas com as propinas 100% financiadas. Esta é a verdadeira oportunidade quando o assunto é estudar no Reino Unido, nem o Brexit te impede.

1. Sabe quais os cursos que os Student Advisers aconselham em 2018

As universidade do Reino Unido oferecem mais de 30 mil cursos e muitos deles nem imaginas que existem. Mas alguns deles estão no TOP dos Student Advisers da OK Estudante, que acompanham a evolução da oferta de cursos das universidades britânicas e a procura de profissionais especializados no mercado de trabalho internacional.

2. Vai o melhor preparado possível

Que licenciatura devo tirar? Qual a melhor universidade? Tenho notas para entrar? Vou conseguir sobreviver? A taxa de sucesso dos estudantes que ingressaram na universidade pela OK Estudante é elevada. É por isso que podemos fazer da tua candidatura um sucesso e preparar-te para enfrentares este desafio ao participares nos nossos workshops totalmente em inglês.

3. Descobre um futuro que te inspira no UK

O primeiro passo tens de ser tu a dar para tirares todas as dúvidas numa reunião gratuita com a OK Estudante. O Student Adviser vai abrir os teus horizontes e mostrar-te todas as opções que tens para conseguires ser um profissional de sucesso, como os mais de 3.500 estudantes portugueses que já concretizaram o seu objetivo.

Vê as licenciaturas que a OK aconselha aqui.

01.05.18

PASSO A PASSO PARA A MALA INTELIGENTE

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Passo a passo para uma mala inteligente - mala inteligente

 

Vamos logo arrumar esta mala?!

1o passo – Escolha a mala – a que sempre recomendamos, por motivo de praticidade, é uma mala média de quatro rodas. As de tecido normalmente são mais leves que as rígidas.

Passo a passo para uma mala inteligente - malas

2o passo – De acordo com o clima, escolha uma ou duas “camadas de fora“. As camadas de fora são peças como jaquetas (de couro, jeans, bomber), blazers, cardigans, parkas, trench coats, capas de chuva, ou – para o inverno – jaquetas forradas ou casacos de lã.

Mesmo que sua viagem seja no verão, não deixe de incluir a camada de fora, como uma jaqueta de couro, ou cardigan mais quentinho, pois é muito comum precisarmos dela.

Passo a passo para uma mala inteligente - partes de fora

3o passo – Escolha quatro “partes de baixo” de acordo com seu estilo. Aí incluídos calças jeans, black jeans, leggings, saias, shorts, calças de tecido. Escolha também um vestido, se gostar, obviamente. Opte por cores básicas, fáceis de combinar com qualquer parte de cima.

Passo a passo para uma mala inteligente - partes de baixo e vestidos

4o passo – Escolha oito “partes de cima” que combinem com todas as partes de baixo escolhidas. Camisetas de manga curta ou comprida, regatas, blusas de alcinha, camisas, batas; para o inverno, além de camisas ou camisetas de manga comprida, inclua também sweaters, cashemeres, ou pullovers. Vale tudo, mas lembre-se de misturar algumas peças mais arrumadas com outras mais despojadas ou básicas.

Passo a passo para uma mala inteligente - partes de cima

5o passo – Escolha duas bolsas, uma para o dia, com espaço para abrigar toda a “tralha” que você carregará no voo e também nos passeios pela cidade, e uma menorzinha para outras ocasiões.

6o passo – Escolha três pares de sapatos. Só três. Para o verão, uma opção seria: sapatilha, tênis, sandália plataforma. Para o inverno: bota de cano curto, bota de cano longo, tênis de couro com solado grosso. Para a primavera ou outono: bota de cano curto, sapatilha, oxford. Se quiser incluir um chinelinho, ele não conta!

Passo a passo para uma mala inteligente - sapatos

7o passo – Escolha os acessórios que darão cor e graça aos seus looks. Lenços e cachecóis são uma excelente opção, pois não pesam na mala e têm usos múltiplos. Leve também cintos, colares, pulseiras, anéis, relógios, óculos escuros. Só não leve joias caras ou de grande valor sentimental, para não ter perigo de perder algo precioso.

Para o kit inverno, não se esqueça: luvas, cachecol, gorro e/ou protetor de orelhas. E o guarda-chuva vai em qualquer estação, afinal estamos falando de Londres!

Passo a passo para uma mala inteligente - acessórios

8o passo – Roupa de dormir, roupa íntima, meias e segunda pele

Escolha duas camisolas ou pijamas (ou uma camisola e um pijama). Quanto à roupa íntima, pense em duas ou três calcinhas para um sutiã (ou a forma que você acha razoável) e leve o suficiente para uma semana.

Não se esqueça das meias para usar com botas ou tênis e das meias finas também. Mesmo no verão, elas podem ser úteis com vestidos, saias e shorts se o calor não estiver convencendo. Se preferir, opte por meias com fio mais grosso.

No inverno, a roupa tipo segunda pele é essencial. Falamos delas aqui.

Passo a passo para uma mala inteligente - roupas de dormir, roupa intima e meias

ANTES DE COLOCAR TUDO NA MALA…

A ideia é que você seja capaz de montar 3 ou 4 looks diferentes com cada parte de baixo, tendo assim modelitos pré escolhidos para vários dias da sua viagem. Já viu que não vai ter stress na hora de se vestir!

Antes de colocar tudo na mala, monte os looks (mentalmente ou realmente experimentando as roupas) e confira se você seguiu realmente as regras da mala inteligente: roupas que você AMA, que te servem, que sejam confortáveis, que não dêem muito trabalho (quanto a passar, lavar, etc.) e que sejam super adequadas ao clima que você vai encontrar no destino.

***

As quantidades sugeridas acima não são baseadas em pesquisa científica 🙂 mas na nossa experiência de muitos anos de viagem. Esta mala é suficiente para passar de 10 dias a um mês de viagem, desde que você se disponha a lavar roupas durante o período. No post anterior demos dicas de formas práticas e baratas de lavar roupas em Londres.

Para períodos de uma semana,  sugerimos levar: 1 ou 2 camadas de fora, 2 partes de baixo e 1 vestido, 4 partes de cima, 2 bolsas, 2 ou 3 pares de sapatos, acessórios, 1 camisola, além de meias e roupa íntima para todo o período.

Baixe aqui o passo a passo.

20.04.18

ENTREVISTA DE EMPREGO EM INGLÊS: COMO PREPARAR?

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Resultado de imagem para ENTREVISTA DE EMPREGO EM INGLÊS

Se o seu inglês está um pouco “enferrujado” ou não domina a língua, talvez seja melhor começar já a praticar, porque quem sabe se nos próximos tempos não vai ter que enfrentar uma entrevista de emprego em inglês. Sendo uma das ferramentas de trabalho mais solicitadas e valorizadas pelos empregadores, é comum que os seus conhecimentos de inglês sejam testados durante a entrevista de emprego.
 

5 DICAS PARA PREPARAR A ENTREVISTA DE EMPREGO EM INGLÊS

Seja porque a posição ou a empresa a que se está a candidatar requerem bons conhecimentos de inglês ou porque está a pensar emigrar (talvez até para um país onde se fale inglês como Inglaterra, Estados Unidos da América, Austrália ou Canadá, por exemplo), é bom que dê o seu melhor, afinal de contas o objetivo é impressionar os seus recrutadores. No fundo, a preparação de uma entrevista de emprego em inglês obedece às mesmas regras de uma entrevista na sua língua materna. Há apenas alguns cuidados adicionais que deve ter, para não cometer erros grosseiros ou gaffes, que possam pôr em causa o seu sucesso. Ora veja.

 

1. PREPARE AS RESPOSTAS ÀS QUESTÕES MAIS FREQUENTES

“Fale-nos sobre si” ou “quais os seus defeitos e qualidades?” são apenas dois exemplos das questões mais frequentes que lhe podem ser colocadas tanto em entrevistas nacionais como internacionais. Sabendo disto, também sabe que deve preparar as suas respostas, principalmente se tiver que responder em inglês. Escreva as suas respostas, por exemplo, para as poder analisar e corrigir (se necessário). Lembre-se que vai comunicar com os seus recrutadores noutra língua e por isso deve tentar evitar erros. Ter as respostas previamente pensadas pode ajudá-lo a explicar-se de forma correta e coerente.

 

2. MEMORIZE O VOCABULÁRIO RELACIONADO COM A SUA ÁREA DE ATIVIDADE

Se quer falar das suas competências e experiência deve dominar o vocabulário relacionado com a sua área profissional. Em boa verdade, esta é uma tarefa que, de certa forma, está facilitada, visto que atualmente no mercado existe uma tendência (cada vez mais crescente) de introduzir estrangeirismos no dia-a-dia laboral para descrever tarefas, ferramentas ou métodos de trabalho, por exemplo. Ainda assim, convém relembrar o vocabulário mais importante para garantir que nada falha.

 

3. ESTUDE O SITE DA EMPRESA

Obviamente deve fazê-lo quer esteja a preparar-se para uma entrevista em português, inglês ou noutra língua qualquer. Mas se estiver prestes a fazer a entrevista numa língua estrangeira o site da empresa pode ser o seu melhor apoio, já que além de informações sobre o negócio ou projetos, ainda vai poder perceber qual a forma mais adequada de falar sobre a empresa e de como adequar as suas respostas (ou a forma como se comunica).

 

4. TENHA ATENÇÃO AOS TEMPOS VERBAIS

Durante a entrevista vão colocar-lhe perguntas sobre o seu passado profissional, sobre a sua situação presente ou objetivos futuros. É imperativo que preste atenção a todas as perguntas e tenha cuidado para usar os tempos verbais corretos para cada uma das situações.

 

5. KEEP IT SIMPLE (QUE É COMO QUEM DIZ, NÃO COMPLIQUE)

É comum que durante as entrevistas de emprego em inglês os candidatos se “engasguem” e cometam erros, mas se isso acontecer é importante que não entre em pânico. Fale devagar e se não compreender a questão peça para repetirem. E, acima de tudo, não complique. É normal que queira impressionar, mas em certos casos é melhor não “abusar da sorte”. É preferível ser breve e sucinto nas suas respostas e usar expressões simples (principalmente se o seu nível de inglês não for o melhor) a cometer erros grosseiros que lhe podem custar o lugar.

 

PRACTICE YOUR ENGLISH!

Como sempre a chave para o sucesso de qualquer entrevista de emprego – em inglês ou não – é a preparação. E pode começar já por treinar o seu inglês. A prática leva à perfeição (ou quase, pelo menos). 

 

 

10.04.18

GUIA DETALHADO: TRABALHAR E VIVER NA NORUEGA

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Noruega_emprego 

Considerado o país com maior qualidade de vida pela ONU, a Noruega é cada vez mais um destino procurado por aqueles que procuram boas condições de vidasalários atractivos. Localizada na parte ocidental da Península Escandinava, a Noruega é um dos poucos países que mantém um sistema social que prevê a saúde universal, um ensino superior altamente subsidiado bem como um regime geral de providência social. Detém, como foi inicialmente referido, o Índice de Desenvolvimento Humano mais alto do mundo e foi considerada pela ONU, em 2009, como o “melhor país do mundo para se viver”. As recomendações parecem ser boas, mas não ficam por aqui. Pelo quinto ano consecutivo, o país foi considerado como o “mais democrático do mundo”, segundo o Índice de Democracia 2014 publicado pela The Economist Intelligence Unit,  já no corrente ano de 2015. Entusiasmado? Venha saber mais.

Está a pensar em ir para a Noruega e começar uma nova fase na sua carreira? Informe-se com este nosso guia “Trabalhar e viver na Noruega” e vá mais preparado.

Politicamente baseada numa monarquia constitucional, a Noruega não pertence à União  Europeia mas mantém ligações próximas com os principais países ocidentais. Partilha fronteiras com a Suécia e, no seu topo norte, com a Finlândia e a Rússia e detém uma extensa linha costeira que abrange o Atlântico Norte e o Mar de de Barents. O Rei, uma figura meramente representativa, é o Senhor Haroldo V e a chefia do governo está actualmente a cargo da Senhora Erna Solberg. Com uma população a rondar os 5 milhões de habitantes, conta com o 4º PIB per capita mais elevado do mundo, sinal do estado de desenvolvimento do país.

 

Sobre a Noruega:

População – 5 milhões

Capital – Oslo

Moeda – Coroa Norueguesa

Membro da UE – Não

Lingua oficial – Norueguês

Fronteiras – Suécia, Finlândia e Rússia

 

VISTOS:

A Noruega não pertence à União Europeia mas integra o Acordo Schengen, pelo que qualquer cidadão português pode livremente visitar e trabalhar na Noruega, desde que por um período inferior a 90 dias. Não é necessário passaporte para entrar no espaço norueguês, pelo que o Cartão de Identificação é suficiente. Para permanecer além dos 90 dias, terá que encontrar um trabalho, pelo que depois poderá pedir um visto de residência ou trabalho aos serviços de emigração. O visto é gratuito e permite várias facilidades.

 

Todo o cidadão residente na Noruega tem direito a:

– Mudar livremente de emprego e ter mais do que uma entidade empregadora simultaneamente;

– Trazer a família para a Noruega (os membros da família também têm que se registar);

– Após cinco anos na Noruega, o cidadão pode pedir um visto de residência permanente.

 

 E se, de repente, ficar desempregado?

1) se trabalhou durante pelo menos um ano na Noruega e não foi despedido por justa-causa, pode continuar a procurar emprego por um período indefinido.

2) se trabalhou durante menos de um ano e não foi despedido por justa-causa, pode viver na Noruega durante mais seis meses, período pelo qual tem que encontrar novo emprego.

3) se estiver incapacitado de trabalhar devido a doença ou acidente, pode continuar a viver na Noruega por tempo indefinido.

 

Emprego

Não será propriamente pelo gélido clima continental que a Noruega se traduz como um dos países mais atraentes do mundo para quem procura uma oportunidade noutro país, mas sim pelas suas oportunidades de emprego que prospectivam uma alta qualidade de vida. As perspectivas salariais são elevadas, com as remunerações médias a rondarem os 4 mil euros brutos, chegando aos 8 mil para profissões qualificadas como Engenheiros, com cerca de 35% deste valor a ficar, no entanto, retido na fiscalidade. Em caso de doença, tem direito a baixa médica durante um ano, recebendo o salário por inteiro. A licença de maternidade dura um ano, onde é pago 80% do salário. Já no caso da paternidade, dura três meses e o salário é pago por inteiro.

Num país onde a taxa de desemprego pouco ultrapassa os 3 pontos percentuais, o recrutamento de Engenheiros é um dos principais atractivos desta nação escandinava, seguido de profissionais ligados ao Marketing e à Economia. A legislação norueguesa apenas prevê um máximo semanal de 37.5 horas de trabalho, sendo qualquer minuto extra obrigatoriamente pago aos trabalhadores. Por ano, o trabalhador tem direito a 25 dias de férias (ou 30, se tiver mais de 60 anos de idade).

 

Entusiasmado? Basta pegar no seu CV em inglês e começar a procurar. Onde? Deixamos uma lista de sites que o podem ajudar:

  1. www.nav.no (site da site da Administração do Trabalho e Previdência Social Norueguês)
  2. www.workinginnorway.no
  3. www.legejobber.no 
  4. www.monster.no
  5. www.karrierestart.no
  6. www.jobb24.no
  7. www.tu.no/karriere
  8. www.stillinger.no

 

Impostos

Como nas restantes nações escandinavas, a Noruega é um dos poucos países mundiais que mantém um sistema social baseado na providência. Quer isto dizer que  o estado Norueguês garante que todos, sem excepção, tenham acesso gratuito à saúde, educação, bem como a outras regalias sociais consideradas básicas. No entanto, estes serviços inteiramente gratuitos são pagos pelo labor dos cidadãos que, todos os anos, descontam parte do seu salário que a sociedade se auto-regule. Assim sendo, a carga tributária é elevada e pode atingir os 36% do salário bruto de um trabalhador.

Seguindo os valores da equidade social, quanto maior for o seu salário, maior será a listagem de descontos retidos na fonte. Ao trabalhador, apenas chega o montante líquido do salário, sendo toda a carga tributária paga directamente pela entidade patronal ao estado.

Os impostos são elevados e podem atingir 36% da sua massa salarial mas o estado garante serviços relacionados com educação, bem como um sistema público de saúde completamente gratuitos.

 

Habitação

Se está a pensar ir para a Noruega se ter garantido já um emprego garantido prepara-se, dado que o elevado custo de vida pode ser um entrave inicial bastante degradável. De facto, o custo de vida do país é altíssimo quando comparado com a realidade portuguesa, algo que se reflecte na habitação. Dificilmente encontra um T1 por menos de 1000 euros mensais, sendo ainda exigido dois a três meses pagos ao princípio. Por um quarto, dificilmente se encontra por menos de 500/600€ mensais.

Tendo em conta os elevados salários, estes preços são considerados “normais” para quem já trabalha na Noruega. Para quem vai sem garantias, estes preços exigem uma reflexão prévia.

Pode estudar o mercado de habitação a partir dos seguintes links:

  1. www.finn.no 
  2. www.hybel.no
  3. www.utleiemegleren.no

Quando encontrar casa, prepara-se para pagar dois a três meses de adiantamento. A Noruega é um destino atractivo mas precisará de algum conforto financeiro para se aventurar no país.

 

Educação

O sistema educativo norueguês é gratuito e obrigatório para todos os jovens com idade compreendida entre os 6 e os 16 anos. O sistema divide-se em três partes:  Ensino Primário (Barneskole, obrigatório dos 6 aos 13 anos), o ensino secundário inferior (Ungdomsskole, obrigatório dos 13 aos 16 anos), e o ensino secundário (Videregående Skole, dos 16 aos 19 anos).

 

Ensino Primário (Barneskole)

Onde tudo começa. As crianças são introduzidas ao sistema educativo e passam o primeiro ano a desenvolver-se com jogos educativos, estruturas sociais, aprendem o alfabeto, algumas habilidades matemática básicas e são introduzidos à língua inglesa. Nos anos seguintes, enfrentam um ensino multifacetado, onde a matemática, o norueguês, o inglês, a ciência, a estética, o desporto e a religião (todas as religiões são abordadas por igual) são uma realidade, complementadas no último ano do ensino primário pela geografia, história e outros conhecimentos sociais. Durante o ensino primário, os alunos não enfrentam qualquer tipo de avaliação quantitativa, apenas são sujeitos a comentários por parte dos professores que analisam o desenvolvimento do estudante.

 

Ensino Secundário Inferior (Ungdomsskole)

Será o nível que corresponde ao 2º e 3º ciclos em Portugal. Nesta fase, os alunos noruegueses enfrentam, pela primeira vez, avaliações quantitativas que vão definir o seu percurso mais tarde. Para além das disciplinas habituais no plano de estudos dos países ocidentais, há ainda uma aposta muito grande nas línguas, sendo disponibilizado o alemão, francês e o espanhol, bem como níveis técnicos de inglês.

 

Ensino secundário (Videregående Skole)

O último passo antes do ensino superior. Não é obrigatório mas é frequentado por uma esmagadora maioria dos estudantes noruegueses que o frequentam até aos 19 anos. Na Noruega, o ensino secundário público é frequentado por 93% dos estudantes, com apenas 7% a optarem pelo ensino privado.

 

Ensino Superior

A Noruega tem 6 Universidades, para além de institutos superiores especializados, faculdades públicas e institutos de ensino privados. O país providencia todos os programas educativos habituais, sendo necessária a conclusão do ensino secundário para poder integrar o ensino superior. Regra geral, os estudantes não pagam qualquer tipo de propinas ou mensalidades para frequentar o Ensino Superior.

 

Língua

Tal como em todos os países escandinavos, a grande maioria da população norueguesa domina o inglês. No entanto, será certamente valorizado  no mercado de trabalho local se dominar o norueguês (sueco ou dinamarquês, pela sua semelhança, também são valorizados) e sentir-se-á mais confortável no país. Até por isso, são muitas as empresas que oferecem cursos de norueguês a trabalhadores estrangeiros.

Caso parta da sua iniciativa, fique a saber que a mensalidade de um curso de norueguês pode perfeitamente atingir valores a rondar os 500 euros mensais, pelo que não será de descurar tirar um curso ainda em Portugal, caso haja essa possibilidade.

A grande maioria dos noruegueses é fluente em inglês mas o conhecimento (ainda que básico) da língua local valoriza-o no mercado de trabalho.

 

 Tirado daqui.

06.04.18

COMO VIM PARAR À NORUEGA?

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Em 05/11/17 disse que o próximo post seria como tinha encontrado esta vaga farmacêutica... Dois posts e 3 meses depois (ups!) aqui estou eu, a escrever o bendito post.
Há várias maneiras de explicar porque é que quis ter esta aventura. A mais concisa é que eu sempre gostei de viajar e conhecer sítios/pessoas novas.

 

Como encontrei a vaga?

Certo dia, há cerca de um ano atrás, surgiu no facebook uma publicação sugerida da EURES PORTUGAL. Essa publicação informava que havia um recrutamento em aberto para Farmacêuticos para a Noruega, e se quiséssemos saber mais informações e condições, pediam-nos para preencher um formulário.
Preenchi o formulário e fui contactada para uma sessão de esclarecimento.
(Aconselho aos interessados a por um gosto nas páginas da EURES!!)

Facebook:  https://www.facebook.com/eures.pt
E-mail: eures-norway@iefp.pt ou eures@iefp.pt

Sobre a sessão de esclarecimento:

A sessão de esclarecimento englobou o recrutamento de farmacêuticos para a Noruega e Suécia, que ocorreu simultaneamente. Ambas as cadeias (Vitusapotek e Lloydsapotek) pertencem ao mesmo grupo.

A sessão tinha conselheiros da EURES de Portugal e da Noruega, recrutadores de ambos os países e colegas que estão neste momento a trabalhar para partilhar a experiência.
Deram um overview de ambos os países, como é viver na Noruega/Suécia, o que podemos esperar desta experiência, prazos, financiamento, e ainda tivemos tempo para colocar questões.

Eu gostei da sessão de esclarecimento. Acho que foi produtiva e recordo-me de ter ficado desde logo encantada pela Noruega... Todos os envolvidos foram sempre muito prestáveis e simpáticos.
O ano passado a sessão decorreu em Lisboa e no Porto. São os maiores centros de recrutamento de Farmacêuticos.

Mas gostaria de ver Coimbra na rota do recrutamento, também. Estes recrutamentos costumam ser publicitados na FFUP e FFUL, e enquanto estudei na FFUC, nunca soube disto, 2011-2015. (É uma dica, FFUC! ;) ) Saem grandes Farmacêuticos da FFUC... e aposto que é capaz de se encontrar um ou outro interessado na aventura escandinava.

Processo de Recrutamento:

No meu ano (2017), consistiu em enviar um e-mail CV e carta de motivação, em inglês.  E rezar para ser chamada para entrevista =)

A entrevista , realizada em Lisboa, foi uma experiência diferente, mas ao mesmo tempo semelhante a algumas de recrutamento que já tinha tido em Portugal.
Primeiro, é tudo em inglês. Mas mesmo que estejamos nervosos, perdemos o nervosismo rapidamente, porque os envolvidos estão descontraídos e são super simpáticos.
O processo consistiu em várias partes sempre bastante organizado. Falamos com diferentes recrutadores/farmacêuticos nas diversas etapas, mas sempre tudo muito tranquilo, sem pressão.
Não é complicado, e de certeza que a maior parte dos meus colegas Farmacêuticos já teve um processo semelhante, em Portugal.
A entrevista conta também com a presença da EURES Portugal, que nos acompanha no processo.

Após a seleção?

Bem, após a seleção... somos contactados caso tenhamos sido escolhidos. :) Eu fui telefonicamente.

E aí começa a grande aventura do.... NORSKKURS! (Curso de norueguês).

Para este post não ficar muito longo, o norskkurs fica para o próximo post :)

 

Tirado daqui.

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