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18.09.18

SAIBA QUAL SERÁ NO FUTURO A SUA REFORMA

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Saiba agora qual será (no futuro) a sua reforma

Chama-se simulador de pensões e é uma ferramenta nova da Segurança Social que pode resolver um problema de ansiedade, ou curiosidade, a muitos portugueses: é que depois de anos de trabalho e de descontos não têm ideia de qual vai ser a reforma a que terão direito.

Esta nova funcionalidade permite agora saber qual o valor estimado da pensão a receber no futuro e pode inclusivamente ajudá-lo a decidir a idade a que quer reformar-se, tendo em conta as bonificações e penalizações aplicáveis.

No entanto, o simulador não tem respostas para todos os portugueses. De acordo com o Ministério do Trabalho, esta ferramenta estima o valor da pensão de velhice ou de invalidez do regime geral da Segurança Social. Quem desconta para a Caixa Geral de Aposentações, para regimes especiais ou faz descontos no estrangeiro não conseguirá fazer esta simulação.

Se o seu caso é aplicável, então só tem de aceder à Segurança Social Direta ou autenticar-se com o cartão do cidadão ou através da chave móvel digital e simular. Mal entra na página online, tem duas opções: a ‘simulação automática’, de acordo com a idade legal da reforma e a ‘simulação à medida’, em que pode alterar e escolher a data em que quer reformar-se ou alterar a previsão dos salários que virá a receber.

Para saber qual será a sua reforma, faça aqui a simulação. É preciso lembrar que os valores apresentados são brutos e aproximados e não vinculativos. 

 

Tirado daqui

 

14.09.18

TEM MESMO DE GUARDAR AS FATURAS

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Papéis e mais papéis: tem mesmo de guardar as faturas?

Tem de continuar a guardar as faturas, mesmo que já tenham sido inseridas no e-fatura? E durante quanto tempo? São perguntas para as quais a resposta não é linear. Talvez não precise de guardar uma simples fatura de supermercado, mas é aconselhável guardar a fatura do telemóvel porque pode ter de a apresentar se quiser acionar a garantia, em caso de avaria ou defeito do produto adquirido.

Basicamente, há três tipo de faturas que não deve deitar fora: além das faturas necessárias para acionar uma garantia, aquelas que possam vir a ser necessárias para comprovar despesas no IRS e, ainda, faturas inseridas no e-fatura por si enquanto consumidor (e não pelo vendedor ou prestador de serviços).

Em relação aos prazos durante os quais devem guardar os comprovativos, estes variam entre os 6 meses e os 5 anos, no caso dos particulares. A saber:

6 meses: conserve faturas de despesas com alimentação e alojamento (exceto as que foram declaradas para efeitos de IRS, que devem ser guardadas por 4 anos); faturas relativas a serviços de fornecimento de eletricidade, água, gás e telecomunicações.

1 ano: guarde por um ano faturas de serviços prestados por um pedreiro eletricista, canalizador, pintor ou outro profissional que contrate no âmbito de reparações domésticas. O prazo para reclamações deste tipo de serviços é de um ano.

2 anos: preserve, também, faturas de bens como móveis, eletrodomésticos ou telemóveis. 2 anos é prazo que corresponde, geralmente, à garantia. No caso desta ser superior ou inferior (1 ano, no caso de bens usados), guarde-as por igual período. Guarde ainda, também por 2 anos, faturas de serviços de reparação de viaturas e serviços prestados por profissionais liberais (como médicos privados ou advogados).

3 anos: faturas de saúde emitidas por instituições públicas de saúde. Se, passados três anos, a dívida a uma instituição pública de saúde não tiver sido reclamada, não pode ser obrigado a pagar nem a comprovar que pagou.

4 anos: comprovativos de pagamento do Imposto Único de Circulação; faturas por si inseridas no e-fatura; comprovativos de rendimentos e despesas declaradas no IRS (por exemplo, faturas de saúde ou educação, declarações do banco, da seguradora ou da entidade patronal). Até ao final desse prazo, o Fisco pode pedir a confirmação dos dados inseridos no IRS, se for alvo de uma inspeção fiscal.

5 anos: comprovativos de pagamentos de rendas, condomínio e, se for proprietário de um imóvel, faturas relativas a serviços de empreitadas.

Os prazos para as empresas guardarem faturas são diferentes: documentos de suporte ao IRS devem ser guardados por 12 anos e as faturas relativas ao apuramento do IVA por 10 anos.

Por último, deixamos uma dica: fotografe ou fotocopie as faturas que guardar, sobretudo as mais importantes, porque, com o passar do tempo, a tinta em alguns tipos de papel tem tendência para desaparecer. 

 

11.09.18

LICENCIATURAS PRÉ-BOLONHA VÃO SER EQUIPARADAS A MESTRADOS

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Resultado de imagem para Licenciaturas pré-Bolonha vão ser equiparadas a mestrados

O ministro do Ensino Superior, Manuel Heitor, confirmou nesta segunda-feira ao PÚBLICO que as licenciaturas realizadas antes da reforma de Bolonha, lançada há 12 anos, vão ser “equiparadas” a mestrados para efeitos de concursos e não só. “Não se trata de atribuir graus académicos, mas sim de uma equiparação”, frisou à margem do seminário realizado nesta segunda-feira no Conselho Nacional de Educação (CNE) subordinado ao tema "Ensino Superior em Portugal, uma estratégia para o futuro".

O mesmo será válido para quem tenha um grau de bacharel, passando neste caso a ser equiparado a licenciado. O ministério esclareceu que esta alteração “será inserida no decreto-lei que estabelece o regime jurídico de graus e diplomas, que se encontra actualmente em discussão pública". Este diploma faz parte do pacote legislativo apresentado pelo Governo a 15 de Fevereiro, na sequência da avaliação do ensino superior português feita pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico, e que voltará em Abril a Conselho de Ministros.

Segundo Manuel Heitor, a equiparação dos graus de bacharel a licenciado e de licenciado a mestre foi decidida na sequência de um debate com a Ordem dos Engenheiros, que é a classe profissional que a nível de emprego tem sido mais afectada. Muitos têm apenas o grau de bacharel e são por isso preteridos, sobretudo na contratação internacional, quando na prática o seu tempo de formação é igual ao dos licenciados pós-Bolonha (três anos).

 

07.09.18

SAIBA COMO USAR O ‘VOUCHER’ PARA OBTER OS LIVROS ESCOLARES GRÁTIS

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Resultado de imagem para livros escolares gratuitos

Numa medida inédita em Portugal todos os alunos da rede pública e das escolas com contrato de associação vão obter os manuais escolares gratuitamente, do 1º ao 6º anos. O município de Lisboa associou-se também a esta medida, sendo que os estudantes matriculados no concelho, entre o 7º e o 12º anos, também estão abrangidos.

Saiba como proceder para obter o que precisa.

 

A medida chegará assim a 650 mil alunos e contempla uma mistura de livros novos e reutilizados, atribuídos aleatoriamente. Os encarregados de educação devem inscrever-se plataforma MEGA (ou aplicação móvel Edu Rede Escolar) que está disponível desde o início de Agosto. Mediante o número de identificação fiscal (NIF), é-lhes dado um voucher por cada livro, que poderão levantar em qualquer das livrarias aderentes. Só o encarregado de educação, cujo NIF está associado ao processo do aluno, poderá fazê-lo, para evitar fraudes. Se for pai ou mãe, mas não associado oficialmente ao aluno, não pode.

Na plataforma pode-se registar como encarregado de educação ou como livraria aderente.

Não é necessário estar dependente de uma livraria ou de uma área de residência, sendo os vouchers individuais. Se um livro estiver sem stock numa loja, pode ir a outra em qualquer ponto do país, desde que pertença à rede. O site da plataforma indica-lhe o mapa dos estabelecimentos que aderiram ao projecto.

Caso o encarregado de educação não possa inscrever-se online, basta-lhe dirigir-se à escola onde o aluno já tenha a matrícula feita (sem matrícula oficializada não é possível obter vouchers). A escola dá-lhe o voucher em mão para que possa levantar os manuais. Não estão incluídos os livros de exercícios e restantes materiais de apoio.

O aluno deve preservar os livros e devolvê-los no final do ano. Se não o fizer será sancionado, mas basta devolvê-los para readquirir o direito de os ter. A plataforma nasce também como medida pedagógica e incentivo às boas práticas ecológicas e sociais da política de reutilização.

A MEGA ficará online em permanência como forma de suprir as transferências e outras questões que surjam.  O site esclarece as questões mais frequentes e disponibiliza também uma série de vídeos explicativos, caso prefira.

Tem havido alguns atrasos no processo, por causa de avaliações, renovações de matrículas e confirmação do NIF dos encarregados de educação, mas a tutela diz que o sistema está a funcionar conforme esperado.

Nesta época de regresso às aulas, e com o orçamento encurtado pelos gastos com férias, saiba também como complementar esta estratégia para poupar em material escolar.

04.09.18

OBTER UM CERTIFICADO DE CONSTITUIÇÃO DO AGREGADO FAMILIAR

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Obter um certificado de constituição do agregado familiar

A composição do agregado familiar é importante quer para ter acesso ao IRS automático, quer para efeitos de responsabilidades parentais e inscrição na escola dos seus filhos. Mas também faz falta àqueles que pretendam obter isenções de taxas moderadoras ou beneficiar da tarifa social de fornecimento de energia elétrica e outros benefícios sociais que exijam o prévio conhecimento da constituição do agregado familiar.
A boa notícia é que já pode atualizar a sua situação pessoal e familiar à distância de um clique, no Portal das Finanças, e depois extrair o certificado de constituição do agregado familiar.

Siga estes passos:

1. Comece no Portal das Finanças.

2. Na barra do lado esquerdo clique em ‘Serviços’.

3. Procure no menu ‘Dados Pessoais Relevantes’.

4.  Escolha a opção ‘Consultar Agregado’ e encontrará o botão para descarregar o certificado de constituição do agregado familiar.

5. Guarde, e imprima, se for o caso.

Em alternativa, pode aceder ao certificado a partir deste link. É simples, automático e gratuito.

Já agora, fique a saber que, se tentar agora atualizar o seu agregado familiar, não vai conseguir. Se não o fez até 15 de fevereiro, a AT utilizou os dados referentes à declaração anterior, quer para disponibilizar a declaração de IRS automática (se aplicável), quer para o pré-preenchimento da declaração de IRS geral. Terá de esperar até ao início do próximo ano para fazer a atualização pretendida. 

 

31.08.18

VALE A PENA INVESTIR NA FORMAÇÃO PARA SUBIR NA CARREIRA?

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Quando lê notícias sobre o número de licenciados inscritos nos centros de emprego, é natural que fique cético sobre o valor da formação, e que considere que não vale a pena investir na sua qualificação para subir na carreira ou arranjar um emprego. Mas pensar assim é um erro.

Vale a pena investir na formação para subir na carreira?

 

Apesar de um curso superior não ser uma garantia de que vai conseguir um emprego no futuro, “quem tem menos qualificações académicas ainda tem mais dificuldade em conseguir emprego”, explica Luís Marques, Diretor Geral da Fórmula do Talento, consultora especializada na gestão de recursos humanos.

Mesmo que se encontre desempregado e com menos dinheiro no orçamento, deve aproveitar o tempo que tem livre para melhorar a sua formação e tornar-se um candidato mais interessante aos olhos das empresas. Mas deve sempre ter cuidado para não cair no erro de se tornar um “estudante permanente”, fazendo “cursos atrás de cursos sem uma lógica de desenvolvimento pessoal coerente”, acrescenta Luís Marques.

Assim, antes de pensar em investir na sua formação, deve ter sempre em atenção as respostas a estas perguntas:

É importante investir na formação para combater o desemprego?

A resposta simples é... sim. A grande maioria das empresas continuam a preferir contratar pessoas que tenham uma formação superior ou que tenham apostado em formações especializadas. Se quer ser contratado mais facilmente deve apostar em cursos e formações que vão ao encontro das necessidades das empresas pelas quais quer ser recrutado.

Como se explica então que o número de licenciados no desemprego tenha vindo a aumentar?

É verdade que o número de licenciados desempregados tem vindo a aumentar. De acordo com números do Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP), o número de licenciados registados como desempregados nos centros de emprego cresceu 91,% em Outubro de 2013 face ao mesmo mês do ano anterior, elevando o número de licenciados desempregados para quase 99 mil. Este número representa 14,1­ por cento do total de desempregados. Com a crise um curso superior cada vez menos significa uma garantia de emprego, mas continua a ser melhor para si ter mais formação do que menos.

Devo apostar pessoalmente na minha formação?

Antes eram as empresas que decidiam “empurrar” os seus funcionários para cursos, com o intuito de ter colaboradores mais preparados para as novas exigências do mercado atual. Hoje em dia, cabe-lhe mais a si procurar aprender novas capacidades para melhorar as suas possibilidades de ser promovido internamente ou mesmo procurar novas e melhores oportunidades de emprego. Algo que mostra esta nova realidade é que, embora o número de pessoas a matricular-se no ensino superior tenha vindo a diminuir, os que já têm um curso superior apostam cada vez mais em pós-graduações que respondem às necessidades da sua empresa. Como há muitos licenciados à procura do mesmo emprego, a especialização é a melhor forma de se distinguir da concorrência.

Compensa investir em formação quando está desempregado?

Sem dúvida, quanto mais não seja para demonstrar que não esteve parado. “As empresas valorizam a capacidade que os candidatos demonstram em investirem na sua formação e no desenvolvimento de competências. Como tal, valorizam quem não estagnou e investiu na sua formação”, explica Luís Marques, da Fórmula do Talento. Não se esqueça, no entanto, que só compensa investir na formação quando tem um objectivo a cumprir. As empresas não o vão valorizar mais se simplesmente “acumular” cursos e formações.

Em que áreas devo investir quando escolho uma formação?

Apesar de não haver nenhuma formação que lhe consiga garantir emprego, deve saber o tipo de qualidades a que um recrutador dá mais valor. Para começar, conhecimento em línguas e informática são essenciais para que esteja em pé de igualdade com os outros candidatos. Estas são, pelo menos, as áreas mais transversais a maioria dos empregos. Depois existem outras formações especializadas que podem ser uma mais valia para a área em que se candidata. Se procura um lugar de comercial uma formação em vendas pode ser uma mais-valia. O importante é conseguir demonstrar que se manteve ativo e que procurou enriquecer os seus conhecimentos.

28.08.18

AULAS COMEÇAM A 12 DE SETEMBRO E COM TURMAS MAIS PEQUENAS

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Aulas começam a 12 de setembro e com turmas mais pequenas

 

As aulas no próximo ano letivo vão iniciar-se a 12 de setembro e o número de alunos por turma sofrerá uma redução em todos os anos iniciais dos três ciclos do ensino básico, segundo o Ministério da Educação.

AULAS ARRANCAM A 12 DE SETEMBRO COM ALTERAÇÕES IMPORTANTES


NOVO ANO - ESCOLA COM TURMAS MAIS PEQUENAS

O Ministério publicou o despacho de constituição de turmas para o ano letivo 2018/2019, que determina a redução do número de alunos por turma, bem como as demais disposições do regime de constituição de turmas nas escolas da rede pública e escolas particulares com contrato de associação.

Segundo o Ministério da Educação, a redução do número de alunos por turma começou a ser implementada em 2017/2018 nos Territórios Educativos de Intervenção Prioritária (TEIP), “uma vez que nestas comunidades educativas os benefícios desta medida são ainda mais significativos”.

Este ano a redução do número de alunos por turma é estendida a todos os anos iniciais dos três ciclos do ensino básico. As turmas do 1.º ciclo vão voltar a ter 24 alunos e as de 2.º e 3.º ciclos entre 24 e 28 estudantes.

A medida, segundo o ministério, visa melhorar as condições de trabalho dos professores e contribuir para a melhoria das aprendizagens dos alunos, promovendo condições para mais diferenciação pedagógica.

“Trata-se da primeira vez que é publicado este despacho, uma vez que até agora as disposições de constituição eram publicadas no despacho das matrículas. A alteração tem como objetivo sistematizar e organizar a informação, já que a matéria de constituição deturmas é objetivamente distinta da das matrículas”, explica o ministério numa nota de imprensa.

NOVO CALENDÁRIO DE ATIVIDADES ESCOLARES

Foi ainda publicado em Diário da República o despacho que determina o calendário de atividades educativas e escolares 2018/2019 e o calendário de realização das provas de aferição, das provas finais de ciclo, dos exames finais nacionais, bem como das provas de equivalência à frequência do ensino básico e secundário, dos estabelecimentos particulares de ensino especial.

As aulas iniciam-se entre 12 e 17 de setembro para os estabelecimentos públicos da educação pré-escolar e do ensino básico e secundário e as interrupções letivas decorrem de 17 de dezembro a 02 de janeiro, de 04 de março a 06 de março e de 08 de abril a 22 de abril.

Os estabelecimentos particulares de ensino especial iniciam as aulas entre 03 e 07 de setembro.

Já no que se refere às provas de aferição do ensino básico o despacho determina que vão decorrer entre 02 de maio e 19 de junho.

As provas de finais de ciclo do 9.º ano decorrem entre 18 de junho e 22 de junho e os exames finais nacionais do ensino secundário entre 17 de junho e 27 de junho (1.ª fase) e 18 de julho e 23 de julho (2.ª fase).

24.08.18

PASSE GRATUITO PARA CRIANÇAS

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As crianças até aos 12 anos podem circular na Carris e no Metro, em Lisboa, de forma gratuita, desde que sejam titulares do E. Neste artigo, explicamos-lhe como obter este passe para os seus filhos.

Sabe como obter o passe gratuito para os seus filhos?

 

Existe um cartão Lisboa Viva com o perfil Criança, que permite circular na rede da Carris e Metro de forma gratuita. Para usufruir das vantagens deste cartão, a primeira coisa que tem de fazer é requisitá-lo em qualquer posto de venda do Metro, nos Espaços Cliente Santo Amaro ou Arco do Cego, nos Quiosques Mob Carris ou em qualquer Operador de Transportes da Região de Lisboa. Basta apresentar o cartão do cidadão da criança e preencher uma requisição específica para o efeito, na qual deve indicar que se trata de um pedido para o perfil de Criança.

Para as crianças que têm este cartão, a circulação é gratuita, mas o cartão tem custos. O serviço normal, com levantamento no local em 10 dias úteis, custa 7 euros. Se optar pelo serviço urgente, com levantamento em 24 horas, o custo sobe para 12 euros e o serviço só está disponível nos Espaços Cliente.

No cartão emitido pode ver-se um C maiúsculo no canto superior esquerdo. Com este passe, as crianças podem circular gratuitamente até ao final do mês em que completarem 13 anos. As crianças até aos 4 não precisam de título de transporte. Pode obter aqui mais informações sobre o passe Lisboa Viva Criança.

 

21.08.18

CONHECE A APP REGISTO VIAJANTE?

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Localizar os portugueses no estrangeiro e contactá-los em casos de emergência é mais fácil com esta aplicação, que já tem mais de dez mil utilizadores.

Conhece a app Registo Viajante?

 

‘Registo Viajante’ é o nome de uma aplicação para portugueses no estrangeiro que permite lançar um alerta para as autoridades em casos de emergência, como catástrofes naturais, acidentes, atentados ou outras situações de insegurança. Foi lançada no passado mês de janeiro, é gratuita e está disponível para Android e iOS.

Em situações de emergência, o ‘Registo Viajante’ vem ajudar a responder àquilo que todos querem saber: há portugueses no local? A informação enviada pela aplicação é recebida pelo gabinete de emergência consular. Desta forma, uma pessoa que precise de ajuda será encontrada mais depressa, através de um sistema de geolocalização.

A app não deve ser utilizada para situações “rotineiras”, como a perda de documentos, mas disponibiliza informação que pode ser útil na resolução do problema, fornecendo a localização e os contactos do ponto da rede consular mais próximo do local onde o viajante se encontra.

Outra das vantagens da aplicação passa pelo facto de prestar informação sobre o país e a região de destino, bem como sobre os alertas em vigor emitidos pelo Estado português ou outras organizações, seja sobre doenças ou por questões de segurança. Desta forma, os viajantes poderão preparar melhor a sua viagem.

A app destina-se a viajantes portugueses, lusodescendentes ou com dupla nacionalidade. O registo é feito através da inserção de dados pessoais, que passam a ser usados pela Direção-Geral dos Assuntos Consulares e das Comunidades Portuguesas, estando salvaguardada a confidencialidade.

 

17.08.18

"ESTOU AQUI". PULSEIRAS GRATUITAS PARA LOCALIZAR CRIANÇAS PERDIDAS

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Um novo sistema promete facilitar e agilizar a localização de crianças perdidas durante o Verão através da distribuição gratuita de pulseiras, tornando mais rápido o reencontro com os pais. O programa 'Estou Aqui!' foi apresentado esta quinta-feira.

Um novo sistema promete facilitar e agilizar a localização de crianças perdidas durante o Verão através da distribuição gratuita de pulseiras, tornando “mais rápido” o reencontro com os pais. O programa 'Estou Aqui!' foi apresentado esta quinta-feira pela PSP.

As cinco mil pulseiras podem ser levantadas pelos pais nas esquadras da PSP de todo o país, sendo a ativação do pedido feito através da página da Internet do programa (https://estouaqui.mai.gov.pt/Pages/default.aspx.) com o preenchimento de uma base de dados.

O porta-voz da PSP, comissário Paulo Flor, explicou à Lusa que cada pulseira “é única”, sendo atribuída a cada uma um número diferente, que, apesar de ser percetível, só pode ser lido pela PSP através da base de dados.

Em caso de desaparecimento da criança e através de uma chamada para o 112, serão acionados os mecanismos necessários de comunicação com as forças de segurança, que enviarão para o local do desaparecimento da criança uma patrulha policial.

O porta-voz da PSP adiantou igualmente que as pulseiras se destinam principalmente às crianças nas faixas etárias mais vulneráveis, nomeadamente entre os dois e os cinco anos.

“Se a criança desaparecida tiver uma forma de identificação e se essa identificação estiver na posse da PSP, o processo é mais fácil. Nós garantimos que é uma questão de um minuto entre conseguir identificar a criança através da pulseira e contactar os pais”, sustentou.

As cinco mil pulseiras vão ser distribuídas sobretudo nas áreas metropolitanas de Lisboa, Porto e Setúbal, além dos postos de turismo da PSP do Algarve e junto às praias e zonas turísticas.

12.491 casos de desaparecimento em quatro anos

Entre 2006 e 2010, a PSP registou 12.491 casos de desaparecimento de crianças e adolescentes, sendo a taxa de reaparecimento de 97 por cento. Porém, no caso de crianças até aos 12 anos, a taxa de reaparecimento é de 99 por cento.

A PSP escolheu o Verão para esta iniciativa, que decorre entre início de Julho e 15 de Setembro, uma vez que é nesta altura do ano que as crianças estão mais expostas aos perigos e há mais situações de desaparecimento.

O programa é feito em parceria com a Fundação PT, RFM e UTIS (Unidade de Tecnologias de Informação de Segurança).

 

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